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Governo promete incentivo a pequenas empresas para contratação de jovem aprendiz

26/04/2019

"Eu me imagino formado já, com uma pós-graduação e no emprego que eu quero. Eu sou bom em desenho, as pessoas falam que eu sou criativo. E aí, eu quero trabalhar em design editorial."

É assim que o Alef, de 18 anos, se imagina daqui a cinco anos. Hoje, como aprendiz em uma empresa de medição de audiência, ele recebe um salário mínimo, além de alguns benefícios.

A empresa é grande, tem boa estrutura e oferece o treinamento que pode ajudar o Alef a chegar mais rápido onde ele quer.

Ana Laura Miranda é instrutora de aprendizagem do CIEE, Centro de Integração Empresa-Escola, responsável pela capacitação de aprendizes já contratados.

Alguns passam seis horas por semana aprendendo habilidades específicas da área escolhida. Na maioria dos casos, um trabalho que leva tempo. 

 

 
"Você pergunta alguma coisa, o aprendiz trava, tem medo, é inseguro. O tempo vai passando, as capacitações vão acontecendo, eles vão se soltando, ganhando confiança. Eu acho que o programa faz com que o jovem trabalhe muito essa questão da auto-estima, da confiança em si e ele vai, automaticamente, sendo mais seguro pra transmitir aquilo que ele pensa, aquilo que ele acha, a visão dele de mundo." 

A Lei Nacional da Aprendizagem exige que alguma entidade ofereça o conteúdo pedagógico, pago pela empresa contratante.

Para o micro ou pequeno empresário é mais difícil. E essa fatia não é nem obrigada a participar do programa. Por isso, ignora o modelo para evitar o custo adicional.

É aí que o governo pode entrar. O assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif, já participou de algumas reuniões e defendeu uma espécie de voucher para financiar a aprendizagem.

"Nós temos todo esse trabalho das entidades que fazem formação de mão de obra, e eu acho que aí é o ponto de nós darmos gratuidade disso para a pequena empresa, não onerá-la, pra que ela (eles, menores aprendizes) possa frequentar esse tipo de curso de aperfeiçoamento. Pela união ou com repasse a estados para que possa ser feito."

O aperfeiçoamento da lei precisa ser aprovado pelo Congresso, o que não é um problema, na opinião de Afif, em pleno debate sobre a reforma da Previdência.

"Tudo que é micro e pequena empresa, normalmente, a gente consegue arrancar (aprovar) por unanimidade no Congresso. Eu não vejo problema de ter uma agenda paralela, que não atrapalhe o andamento da reforma previdenciária, que é muito sério."

O Brasil tem 12 milhões de micro e pequenas empresas. A conta é simples se a gente imaginar que, com uma mudança na lei, cada uma delas decida contratar um jovem aprendiz.

 

Fonte: CBN

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